Bom dia vermes.
Estou com outro blog, dedicado apenas para as ilustrações e rabiscos. É o http://www.iconoclasta.com.br. Continue reading
Bom dia vermes.
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Comprei a Zupi deste mês/bimestre/trimestre ou seja lá qual é a porra da periodicidade dessa revista.
Geralmente não tenho saco pros arroubos de ‘nós-designers-somos-cult-e você-não’, mas essa edição, só sobre quadrinhos, ficou bacana.
Tudo bem que a entrevista com o McKean ficou BEM fraca, mas o resto compensou: Danilo Beyruth, Kako, Octavio Cariello, Marcelo Campos, Allan Sieber, (entrevista excelente!), além de matérias sobre Flávio Colin, Crumb, Shelton e Romolo, que eu não conhecia!
Por 15 conto… PORRA, É LÓGICO QUE VALE A PENA!
(só não espere que eu compre as outras edições da revista. Tenha dó, punhetice tem limite!)
Lendo quadrinhos há mais de 20 anos, fazia tempo que não achava alguma coisa original nas prateleiras de banca, sebos e livrarias. Abandonei os quadrinhos tradicionais de super-heróis, não por ser hipócrita e achar que personagens com a cueca por cima das calças fosse coisa de criança, mas sim pelo fato das editoras não publicarem praticamente NADA que preste há tempos. Alguma exceções, claro, mas pode-se dizer que os quadrinhos de super-heróis estão mortos.
Em uma dessas exceções, conhecí Planetary. Warren Ellis, escritor britânico de hqs, foi praticamente o Tarantino dos quadrinhos nessa série. Abusou de referências à ficção científica, homenageou diversos personagens clássicos das hqs, e o mais importante, criou uma puta história, daquelas que te faz parar de vez em quando na sua prateleira de quadrinhos e ficar admirando a coleção (Como assim, você não tem uma prateleira de quadrinhos? Tá fazendo o que lendo isto?).
Sempre que falo de quadrinhos, menciono uma tal “Prateleira de Honra”. Faz parte de um armário no final do corredor de casa reservado apenas para o crème de la crème da minha coleção de hqs.
Eu descobrí hoje um sistema chamado The Library Thing, que te permite catalogar sua coleção pelo ISBN das publicações, perdí um tempinho organizando a prateleira de honra (não vou apelar e catalogar TUDO o que eu tenho, para não perder as férias inteira). Outro detalhe é que esse sistema não tem cadastrado títulos publicados no Brasil, por isso só constam títulos em inglês, espanhol e português de portugal nessa lista.
Se você me conhece, sabe que sou adicto em ficção científica e seus temas: quadrinhos, livros, filmes, documentários, abduções, astronomia e o que mais vier.
Segue então no que eu tenho gasto o meu tempo e a minha grana ultimamente:
Ou esse cara é um gênio, ou é um completo retardado. Talvez ambos.
Não é qualquer um que consegue colocar o LHC, a emoção do parto e paradoxo espaço temporal em uma tira de 7 painéis, desenhados no paint pelo que parece ser um disléxico chapado de crack.
Virei fã.
“ele vai rasgar o espaço-tempo”
“e daí, tou pagando!”
BHUAHUAHUAHUAHUA. Ainda tenho esperança na humanidade depois disso.
Em anos me metendo a besta como (pretenso) ilustrador, nunca me ocorreu tentar um auto-retrato. Corrigí essa falha histórica hoje, entre jogar futebol com o meu filho e assistir o penúltimo episódio de Lost com a patroa. Não é grande coisa, mas me dei por satisfeito.
Ando as voltas com caneta e papel estes dias. A intenção é voltar a desenhar e criar pequenas histórias, que publicarei por aquí, se não ficarem (muito) ruins. Afinal, já está na hora deste blog ter alguma utilidade real além de arquivar resmungos e ofensas. Não que eu vá parar com isso, mas diversificar ajuda. Até porque, com a quantidade absurda de obtusidade com a qual eu tenho que conviver ultimamente, diria que é praticamente impossível não estar de mau humor 90% do tempo.
É isso então.
Este foi o Bom Dia Vermes, operando a nicotina, cafeína e halls preto. Câmbio e desligo.
Bom dia vermes.
Só para marcar presença, antes que o meu serviço de hospedagem desative minha conta por inatividade.
Ando bem lotado de coisas a fazer, nenhuma delas com sinal de acabar tão cedo. A saber:
Desculpe, não ouví. Ah sim, eu sou louco, mas infelizmente, é assim que eu funciono. Não me encha.
Voltando aos quadrinhos, extremamente aborrecido por precisar usar um bordão vindo do Big Brother, Fica a Dica:
Lembrando: Eu sou velho. Nova reforma ortográfica o cacete. Agora, ouça a musiquinha: